terça-feira, 17 de novembro de 2009
Amores que acabam em Montilla
Como já dizia uma velha amiga minha 'Mon, a mãe de todas as dores'. Quero declarar meu amor por esta, que me faz iludidamente feliz! Talvez não por ela em si, mas pelos momentos em que ela surge. Não quero criar uma dependência ou algo similar, mas é que não há nada mais perfeito do que chorar, chorar, chorar, juntar as amigas, misturar numa taça chocolate, Coca-Cola, limão, Mont e reclamar da vida, das pessoas, rir amores ridículos e dormir meio tonta das idéias. A Mon me faz forte, a Mon me diz que tenho que acreditar em mim mesma e que eu não preciso de ninguém para ser feliz, a Mon me lembra de trabalhos que tenho pra fazer, que preciso tomar remédio porque minha cabeça dói. A Mon é amiga dos meus amigos, é alegre, divertida e deixa todo mundo numa boa. Não quero falar como a conheci, não é uma das melhores história que tenho, mas eu a apresentei a todo mundo que eu achava que precisava conhecê-la e hoje vejo as pessoas com um amor maior até do que o meu. Tive ciúmes dela, mas eu relevei, ela precisa fazer o seu papel, precisa ser amiga e fazer pelos outros o que também faz por mim! Passamos uns tempos afastadas, mas aqui de volta estou à ela, minha amiga fiel, que me deixa melhor só de pensar que ela tá ali. Amores não se acabam, a Mon um dia vai embora e eu vou lembrar de tudo o que ela me dizia, da forma como ela me fazia sentir e vou seguir, mesmo sem tê-la.
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